Hoje ao sair do meu e-mail, vejo a seguinte notícia: "Decisão abre caminho para reprodução assistida de gay". Claro, curioso, fui ler a matéria (que pode ser lida AQUI).
Em síntese, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou no Diário Oficial ontem (05/01/2011) uma reformulação no texto de 1992, onde havia-se muitas lacunas em relação a esse processo de gravidez.
Com essas novas resoluções, as possibilidades para essa realização foi aumentada, e o público beneficiado foi ampliado. Principalmente aos descritos acima.
Posso não possuir uma pesquisa comprobatória, de anos de estudo aprofundado; mas uma convicção tenho: a dissolução da família está devastada.
Eu tenho consciência dos sonhos que podem ser realizados através dessa nova resolução, sei também que a pesquisa e o avanço tecnológico são peças de suma importância para toda raça humana; contudo, concluir que o critério da Isomeria tenha de ser aplicado a todos, isso acaba sendo desigual.
Não é toda a pessoa que têm condições de criar uma criança e prepará-la para uma vida social. Também não é qualquer indivíduo (criança, por exemplo) que consiga superar obstáculos provenientes de um convívio familiar que, o separa e o discrimina de um padrão social pertinente na sociedade.
Minha intenção não é discriminar, nem matar sonhos; mas sim tentar mostrar que a opinião adversa (que parece ser preconceituosa, mas não é) tem que ter relevância em determinadas discussões. Vejo que há muito mais pontos negativos do que positivos em conceder essa oportunidade (de ser pai e mãe) para qualquer pessoa.
A família, sem dúvida, é a pérola mais preciosa que possa existir, mas até mesmo a mais preciosa precisa ser polida, cuidada. Cuidar de uma criança não atinge um âmbito apenas monetário ou cultural, mas vai muito além disso.
A discussão: homossexualidade deve ser muito discutida e analisada, principalmente em relação a filhos. É um jugo desigual e brutal para uma criança entender que a sexualidade dos pais é diferenciada, sem contar que acarretará (mesmo que pouco) o desconhecimento de quem realmente o concebeu.
Bem, essa é um pedacinho da minha visão, gostaria muito de saber o de outrem. Boa leitura!



Amei o seu posicionamento em relação a melhor forma de conceber uma família. Como sempre, amo vê-lo preocupado com a efetivação dos projetos de Deus.
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